Te culpo por meus sorrisos bobos,
minhas viagens e meus sonhos;
Te culpo pelas borboletas no meu estômago,
pela fascinação de um cheiro, por teus olhos
lindos no escuro, que brilham,
iluminam.
Te culpo pela minha falta de concentração,
minha animação e meus desejos;
Te culpo pela minha falta de sono,
pela noite inquieta e pelo espaço vazio
que você não preencheu,
me encheu.
Te culpo por existir e resistir em mim.